Tive que ver este video 5 vezes até deixar de rir!...
Tenho de partilhar! HEHE!
Só me vêm à cabeça as palavras "Farinha Amparo", não sei porquê.
Tuesday, January 8, 2008
Tuesday, May 15, 2007
HIC!.......HIC!...
Este fim de semana, e pela 2ª vez, fui brindado com uma crise de soluços de mais de 24 horas, desde sábado ao fim da tarde, até à noite de Domingo. Depois de adormecer (não foi fácil!!), a primeira coisa que fiz foi voltar a soluçar! Tentei os truques clássicos, e nada resultou...
Desesperante. Não queiram passar por esta experiência... só tive uns 2 ou 3 intervalos de cerca de 1 hora.
Como sempre, fui investigar. O que são, já eu sabia (e de que maneira!...). O que o causa? Bom, o ABC da Saúde avança com algumas possibilidades:
- distenção gástrica por ingestão de bebidas com gás;
- deglitução de ar ou alimentação em grande volume;
- mudanças súbitas de temperatura de alimentos ingeridos ou da pele;
- ingestão de alcool;
- gargalhadas.
Bem, bebo bebidas com gás, e ao jantar de sábado, que foi cedo, bebi Sumol. Terá sido do Sumol? Não tenho o habito de comer ar, nem como em grandes quantidades. Na volta, foi o Sumol. O tempo estava ameno, mas o Sumol estava fresco. Será? Não bebi alcool (desta vez). Querem ver que foi o Sumol? Os Gatos fedorento foram no Domingo, e a eleição do Maior Português foi há 2 meses, o que elimina as gargalhadas...
F***-se! Foi o Sumol!
Desesperante. Não queiram passar por esta experiência... só tive uns 2 ou 3 intervalos de cerca de 1 hora.
Como sempre, fui investigar. O que são, já eu sabia (e de que maneira!...). O que o causa? Bom, o ABC da Saúde avança com algumas possibilidades:
- distenção gástrica por ingestão de bebidas com gás;
- deglitução de ar ou alimentação em grande volume;
- mudanças súbitas de temperatura de alimentos ingeridos ou da pele;
- ingestão de alcool;
- gargalhadas.
Bem, bebo bebidas com gás, e ao jantar de sábado, que foi cedo, bebi Sumol. Terá sido do Sumol? Não tenho o habito de comer ar, nem como em grandes quantidades. Na volta, foi o Sumol. O tempo estava ameno, mas o Sumol estava fresco. Será? Não bebi alcool (desta vez). Querem ver que foi o Sumol? Os Gatos fedorento foram no Domingo, e a eleição do Maior Português foi há 2 meses, o que elimina as gargalhadas...
F***-se! Foi o Sumol!
Wednesday, May 2, 2007
ESTRANHA DESCOBERTA...

Não sou propriamente um desconhecedor dos assuntos rurais (a minha avó tinha animais de quinta), mas há dias, numa conversa estranha, constatei um facto igualmente singular: as galinhas (e galos) só têm um orifício para além do bico!
Nunca tinha pensado nisto, mas a verdade é que nestes bichos, os sistemas reprodutor, urinário e digestivo terminam todos no mesmo buraco - a cloaca! Até os Galos! O pénis, não é mais que um entumescimento das bordas do cu...
Têm literalmente um cu-mum... hehe!...
É sabido que a solidão altera as pessoas. Por isso, depois de ler este post, alguém deve estar a pensar em arranjar uma desculpa para o nascimento de um pinto com dentes...
Já agora, sabem como se chama ao medo de galinhas?
ALECTOROFOBIA. Huuuu! que medo!...
Onde é que este mundo vai parar?!....
:)
Friday, April 20, 2007
I'LL BE BACK!...
Fartei-me.
Tal como outras coisas, isto de ser blogger, num dia é um vício, noutro estamos fartos.
É Primavera. O polen das oliveiras, das Gramíneas e das Parietárias anda no ar, enchendo-nos de histaminas.
E tal como elas regressam todas as Primaveras para nos lixar... eu tambem estou de volta.
Tal como outras coisas, isto de ser blogger, num dia é um vício, noutro estamos fartos.
É Primavera. O polen das oliveiras, das Gramíneas e das Parietárias anda no ar, enchendo-nos de histaminas.
E tal como elas regressam todas as Primaveras para nos lixar... eu tambem estou de volta.
Até Já! :)
Thursday, January 25, 2007
Censura
Há dias, coloquei um comentário no blog do adolfo. Já o tinha feito outras vezes, e dos blogs onde já comentei, é o único que os aprova primeiro. Achei estranho, mas legítimo. Alguém poderia já ter abusado da linguagem, e é uma maneira de resolver a questão pela raiz.
O que não esperava era ser vítima desta estranha censura, num comentário ao seu post "Falta-me!", que em parte respondia ao comentário da Hannah a um comentário meu, com alguma ousadia - reconheço - mas que se fosse lida num contexto de maturidade, jamais geraria quezílias. No máximo, era ignorado, ou levava uma resposta torta, acho eu.
Sem ter abusado da linguagem, no contexto do proprio post, e sem qualquer intuito de conflitos, fui calado!
Tal como indicava a mensagem que o Adolfo deixou no lugar do comentário, questionei-o acerca do motivo. Agora esta parte é para o Adolfo:
- Adolfo, parecem-me absurdas as tuas razões, despidas de razoabilidade, e não aceito as justificações apontadas. Não gosto que me filtrem as palavras, e por isso vou deixar de comentar os teus posts, até que me esqueça deste episódio.
Agora para todos: não vos fará mossa nenhuma, eu sei, mas aplicarei a mesma regra a quem aprove primeiro os comentários. Pela liberdade da palavra e do diálogo.
Já chegaram 48 anos!...
O que não esperava era ser vítima desta estranha censura, num comentário ao seu post "Falta-me!", que em parte respondia ao comentário da Hannah a um comentário meu, com alguma ousadia - reconheço - mas que se fosse lida num contexto de maturidade, jamais geraria quezílias. No máximo, era ignorado, ou levava uma resposta torta, acho eu.
Sem ter abusado da linguagem, no contexto do proprio post, e sem qualquer intuito de conflitos, fui calado!
Tal como indicava a mensagem que o Adolfo deixou no lugar do comentário, questionei-o acerca do motivo. Agora esta parte é para o Adolfo:
- Adolfo, parecem-me absurdas as tuas razões, despidas de razoabilidade, e não aceito as justificações apontadas. Não gosto que me filtrem as palavras, e por isso vou deixar de comentar os teus posts, até que me esqueça deste episódio.
Agora para todos: não vos fará mossa nenhuma, eu sei, mas aplicarei a mesma regra a quem aprove primeiro os comentários. Pela liberdade da palavra e do diálogo.
Já chegaram 48 anos!...
Monday, January 22, 2007
A Passo de Caracol
Alguem já experimentou andar por Lisboa de carro, e cumprir as velocidades exigidas por Lei, e agora impostas por Radar?! É um perfeito absurdo!
Andar a 80 Km hora na 2ª Circular, tudo bem. Anda-se. Mas atravessar Lisboa pelos túneis a 50 Km/h, é um desespero!! Só tem acidentes nesses locais quem conduz a velocidades muito superiores a esta, e nem é zona de atravessamento de peões...
Não vou na conversa que não é para caçar multas. É claro que é. E se vai diminuir o número de acidentes, vamos ver. Porque a probabilidade de alguem se deixar dormir ao volante àquela velocidade, é muito grande... :)
Mais cedo ou mais tarde, vou ser multado, porque me vou distraír. E vou passar pela vergonha de ser sujeito a uma coima por excesso de velocidade, porque ía a uns estonteantes...........60 Km/h. Daa-se! Se eu tivesse dois batedores da PSP....
Andar a 80 Km hora na 2ª Circular, tudo bem. Anda-se. Mas atravessar Lisboa pelos túneis a 50 Km/h, é um desespero!! Só tem acidentes nesses locais quem conduz a velocidades muito superiores a esta, e nem é zona de atravessamento de peões...
Não vou na conversa que não é para caçar multas. É claro que é. E se vai diminuir o número de acidentes, vamos ver. Porque a probabilidade de alguem se deixar dormir ao volante àquela velocidade, é muito grande... :)
Mais cedo ou mais tarde, vou ser multado, porque me vou distraír. E vou passar pela vergonha de ser sujeito a uma coima por excesso de velocidade, porque ía a uns estonteantes...........60 Km/h. Daa-se! Se eu tivesse dois batedores da PSP....
Tuesday, January 9, 2007
Babel
No último fim de semana fui ver o meu primeiro filme de 2007 - BABEL.
Uma boa surpresa, pois não sabia nada do filme, apenas o título, que entre os protagonistas estavam o Brad Pitt e a Cate Blanchett, e que o realizador é o mesmo do "21 Gramas" e "Vida cão". Qualquer um deles, por si só, era o suficiente para me descolar de casa.
Mais não digo. Vão ver.
Uma boa surpresa, pois não sabia nada do filme, apenas o título, que entre os protagonistas estavam o Brad Pitt e a Cate Blanchett, e que o realizador é o mesmo do "21 Gramas" e "Vida cão". Qualquer um deles, por si só, era o suficiente para me descolar de casa.
Mais não digo. Vão ver.
Saturday, December 23, 2006
Tuesday, December 12, 2006
Obrigado Carolina!
Agora foi ao contrário, e a Carolina é que f**** o Pinto da Costa, o único agente desportivo até agora intocável, pois tem tido esperteza e influência suficiente para não deixar pontas soltas na sua contribuição para a currupção no futebol português.
Que ele seria culpado, pouca gente tinha dúvidas. Só que ninguem conseguia "pegar-lhe". A ambição de poder, o mau carácter e a ganância (que ambos partilham) saíram da sua cama para as páginas de um livro, que é agora livro de cabeceira da Procuradoria da República.
O "Padrinho" bai ber o sol aos quadradinhos!...ai bai, bai.
Que ele seria culpado, pouca gente tinha dúvidas. Só que ninguem conseguia "pegar-lhe". A ambição de poder, o mau carácter e a ganância (que ambos partilham) saíram da sua cama para as páginas de um livro, que é agora livro de cabeceira da Procuradoria da República.
O "Padrinho" bai ber o sol aos quadradinhos!...ai bai, bai.
Sunday, December 10, 2006
Charada
Quem me conhece bem sabe que gosto de charadas. Aqui vai um desafio que o meu amigo Steven me colocou, que me deu que pensar uns dias, mas que me orgulho de ser a única pessoa (das que estavam presentes) que achou a solução:
Durante a guerra, 100 soldados inimigos foram capturados. Foi-lhes dito que no dia seguinte seriam colocados em fila, cada um virado para as costas do que estava à sua frente, e ser-lhes-íam colocados chapéus (branco ou preto) aleatoriamente. Seriam libertados aqueles que adivinhassem a cor do seu próprio chapéu.
Eles tinham uma noite para pensar numa estratégia que permitisse salvar o maior número de soldados possível. Qual foi a estratégia?
Nessa noite eles puderam falar todos livremente. No dia seguinte eles só podiam dizer "branco" ou "preto", qualquer outra coisa ou sinalética era morte certa. Começariam a dizer qual a cor começando no último (o de trás, que via todos os restantes), e todos ouviriam as respostas de todos.
Nota: O objectivo é encontrar a melhor solução, que permite salvar pelo menos 99, e com sorte os 100. A resposta não é absurda, tem lógica. Chegam lá?.... Boa sorte.
IMPORTANTE: Para não "oferecer" a resposta, e simultâneamente não estragar as horas de prazer a quem se dedicar a pensar nisto, podem colocar questões aqui no blog, mas se acham se encontraram a resposta, enviem por email para o endereço codigoverde@sapo.pt. Anunciarei aqui quem chegar à solução (se houver alguem...hehe!) ou direi se ainda não chegaram lá...
Durante a guerra, 100 soldados inimigos foram capturados. Foi-lhes dito que no dia seguinte seriam colocados em fila, cada um virado para as costas do que estava à sua frente, e ser-lhes-íam colocados chapéus (branco ou preto) aleatoriamente. Seriam libertados aqueles que adivinhassem a cor do seu próprio chapéu.
Eles tinham uma noite para pensar numa estratégia que permitisse salvar o maior número de soldados possível. Qual foi a estratégia?
Nessa noite eles puderam falar todos livremente. No dia seguinte eles só podiam dizer "branco" ou "preto", qualquer outra coisa ou sinalética era morte certa. Começariam a dizer qual a cor começando no último (o de trás, que via todos os restantes), e todos ouviriam as respostas de todos.
Nota: O objectivo é encontrar a melhor solução, que permite salvar pelo menos 99, e com sorte os 100. A resposta não é absurda, tem lógica. Chegam lá?.... Boa sorte.
IMPORTANTE: Para não "oferecer" a resposta, e simultâneamente não estragar as horas de prazer a quem se dedicar a pensar nisto, podem colocar questões aqui no blog, mas se acham se encontraram a resposta, enviem por email para o endereço codigoverde@sapo.pt. Anunciarei aqui quem chegar à solução (se houver alguem...hehe!) ou direi se ainda não chegaram lá...
Thursday, December 7, 2006
3...2...1...
Aproxima-se o final de ano, e inevitavelmente, o Natal e o Fim-de-Ano.
Gosto do Natal, pois é uma festa que reune a família (com quem não estou muitas vezes) e é uma altura especial particularmente para as crianças, que o vivem de uma forma mágica.
Mas não posso dizer o mesmo da Passagem de Ano. Não gosto, causa-me stress, por vezes deprime-me. Para mim é uma data quase como outra qualquer, mas que sinto a obrigação de tornar especial, pensar em fazer algo diferente, ir para qualquer lado, planear uma viagem, um sítio, a companhia, amigos, família, o que se vai comer, o que se bebe, o que se leva, quem leva o quê, a roupa, o champagne, o ritual das 12 passas de uva (que não gosto), as bebedeiras, as preocupações sobre quem vai conduzir, o balão, ...
Já tive Passagens de Ano imprevisivelmente divertidas, mas mesmo nessas o meu sentimento inicial era o mesmo. Não tenho nenhum problema em ouvir os fantásticos e divertidissimos relatos das Passagens de Ano dos outros, mas normalmente, quando conto as minhas, sinto nos outros uma reacção de desilusão, quase de pena. Mas foi assim que apeteceu festejar, fazendo quase o que faço nos outros dias, mas com uma garrafa de champanhe pelo meio. Eventualmente com algum amigos, com um copo na mão e muita conversa.
Evito fazer balanços do ano, faço-o diariamente. Espero que o novo ano seja melhor que o anterior, mas o mesmo aplico ao passar dos dias. E parece-me cada vez mais patética a contagem decrescente:
- 12...11...10...9...8...7...6...5...4...3...2...1.... a mesma vida que no dia anterior! he, he!...
Existe alguem cuja vida tenha mudado significativamente nessa noite? Excluindo o terrível dia de ressaca, não deve haver muita gente. Mas é mais um motivo de festa. Festejemos então, cada um à sua maneira.
Gosto do Natal, pois é uma festa que reune a família (com quem não estou muitas vezes) e é uma altura especial particularmente para as crianças, que o vivem de uma forma mágica.
Mas não posso dizer o mesmo da Passagem de Ano. Não gosto, causa-me stress, por vezes deprime-me. Para mim é uma data quase como outra qualquer, mas que sinto a obrigação de tornar especial, pensar em fazer algo diferente, ir para qualquer lado, planear uma viagem, um sítio, a companhia, amigos, família, o que se vai comer, o que se bebe, o que se leva, quem leva o quê, a roupa, o champagne, o ritual das 12 passas de uva (que não gosto), as bebedeiras, as preocupações sobre quem vai conduzir, o balão, ...
Já tive Passagens de Ano imprevisivelmente divertidas, mas mesmo nessas o meu sentimento inicial era o mesmo. Não tenho nenhum problema em ouvir os fantásticos e divertidissimos relatos das Passagens de Ano dos outros, mas normalmente, quando conto as minhas, sinto nos outros uma reacção de desilusão, quase de pena. Mas foi assim que apeteceu festejar, fazendo quase o que faço nos outros dias, mas com uma garrafa de champanhe pelo meio. Eventualmente com algum amigos, com um copo na mão e muita conversa.
Evito fazer balanços do ano, faço-o diariamente. Espero que o novo ano seja melhor que o anterior, mas o mesmo aplico ao passar dos dias. E parece-me cada vez mais patética a contagem decrescente:
- 12...11...10...9...8...7...6...5...4...3...2...1.... a mesma vida que no dia anterior! he, he!...
Existe alguem cuja vida tenha mudado significativamente nessa noite? Excluindo o terrível dia de ressaca, não deve haver muita gente. Mas é mais um motivo de festa. Festejemos então, cada um à sua maneira.
Sunday, November 26, 2006
UNRESIGNED
Tenho comentado várias vezes com uma amiga, e sobre vários temas, se vale ou não a pena insurgirmo-nos individualmente contra aquilo que consideramos errado, no mundo ou nos outros.
Eu (e ela) somos da opinião que sim. Que vale a pena se chegarmos ao fim do dia e pensarmos “posso não ter mudado nada, mas EU dei o meu melhor, e fiz tudo o que estava ao meu alcance!”. Tenho que reconhecer que ela cumpre mais activamente esta afirmação.
Metaforicamente, estamos num barco. Se remarmos todos no mesmo sentido (mesmo sem que os outros saibam), o barco mover-se-á nessa direcção. É assim que vejo a definição de consciencia colectiva.
Ontem, tirei uma ideia bonita para este conceito de um filme domingueiro, que nem sequer vi até ao fim:
“Certa noite houve uma tempestade. Depois da tempestade, milhares de Estrelas-Do-Mar deram à praia, onde, pela manhã, uma criança corria freneticamente, apanhando estrelas e devolvendo-as ao Mar. Cheguei perto dela, e perguntei-lhe o que fazia. Ela respondeu que estava a salvar as Estrelas-do-Mar. Respondi que eram tantas, que não valia a pena o seu esforço, aconselhando-a a desistir, pois a sua acção não faria qualquer diferença. Ela respondeu-me:
- Para cada estrela que eu salvar, faz diferença. E para mim tambem.”
Eu (e ela) somos da opinião que sim. Que vale a pena se chegarmos ao fim do dia e pensarmos “posso não ter mudado nada, mas EU dei o meu melhor, e fiz tudo o que estava ao meu alcance!”. Tenho que reconhecer que ela cumpre mais activamente esta afirmação.
Metaforicamente, estamos num barco. Se remarmos todos no mesmo sentido (mesmo sem que os outros saibam), o barco mover-se-á nessa direcção. É assim que vejo a definição de consciencia colectiva.
Ontem, tirei uma ideia bonita para este conceito de um filme domingueiro, que nem sequer vi até ao fim:
“Certa noite houve uma tempestade. Depois da tempestade, milhares de Estrelas-Do-Mar deram à praia, onde, pela manhã, uma criança corria freneticamente, apanhando estrelas e devolvendo-as ao Mar. Cheguei perto dela, e perguntei-lhe o que fazia. Ela respondeu que estava a salvar as Estrelas-do-Mar. Respondi que eram tantas, que não valia a pena o seu esforço, aconselhando-a a desistir, pois a sua acção não faria qualquer diferença. Ela respondeu-me:
- Para cada estrela que eu salvar, faz diferença. E para mim tambem.”
Banco Alimentar
É fim-de-semana do Banco Alimentar Contra a Fome. Uma iniciativa que eu apoio, para a qual contribuo, e das que acho mais válidas e bem conseguidas para apoiar intituições e pessoas carenciadas em Portugal.
Como é habitual, fui ao Pingo Doce (PD), e eles lá estavam. Crianças-escuteiros, competindo por quem entregava mais sacos.
Mas de ano para ano há uma coisa que me irrita cada vez mais neste acontecimento – o negócio e os interesses que rodeiam esta iniciativa.
Para o Pingo Doce, é hora de encher as prateleiras de produtos da marca da casa (atum Pingo Doce, Feijão PD, leite PD, salsichas PD...), pois muitos, quase todos, que compram vão pela escolha dos produtos mais baratos. Desta vez até tinham feito umas T-Shirts vermelhas com o logo do Banco Alimentar, com uma frase do género “VALE a pena ajudar”, nas quais publicitavam uma nova maneira de contribuir através de um Vale.
Já nem precisam de ter o trabalho de colocar os produtos nas prateleiras. Têm uns vales com códigos de barras de vários produtos Pingo Doce, para que as pessoas não tenham que levar esses produtos até à caixa. Basta passar o vale na caixa e o PD encarrega-se de entregar ao Banco Alimentar os produtos pagos desta forma pelos clientes.
Assim se vê que o Fim-de-Semana do Banco Alimentar ganhou tal importância para este supermercado (assim como para outros), que estes já arranjam estratégias para vender mais e mais facilmente, e escoar assim os excedentes dos seus armazéns, e condicionar a nossa escolha aos alimentos que lhes convem vender...
Tentei verificar na net se existiam registos de contribuições destes supermercados para esta Campanha, não consegui confirmar.
Em forma de contestação, nada do que comprei era da marca da casa. Só não fico mais revoltado porque em ultima análise, quanto mais venderem, mais recebem aqueles que necessitam realmente.
Como é habitual, fui ao Pingo Doce (PD), e eles lá estavam. Crianças-escuteiros, competindo por quem entregava mais sacos.
Mas de ano para ano há uma coisa que me irrita cada vez mais neste acontecimento – o negócio e os interesses que rodeiam esta iniciativa.
Para o Pingo Doce, é hora de encher as prateleiras de produtos da marca da casa (atum Pingo Doce, Feijão PD, leite PD, salsichas PD...), pois muitos, quase todos, que compram vão pela escolha dos produtos mais baratos. Desta vez até tinham feito umas T-Shirts vermelhas com o logo do Banco Alimentar, com uma frase do género “VALE a pena ajudar”, nas quais publicitavam uma nova maneira de contribuir através de um Vale.
Já nem precisam de ter o trabalho de colocar os produtos nas prateleiras. Têm uns vales com códigos de barras de vários produtos Pingo Doce, para que as pessoas não tenham que levar esses produtos até à caixa. Basta passar o vale na caixa e o PD encarrega-se de entregar ao Banco Alimentar os produtos pagos desta forma pelos clientes.
Assim se vê que o Fim-de-Semana do Banco Alimentar ganhou tal importância para este supermercado (assim como para outros), que estes já arranjam estratégias para vender mais e mais facilmente, e escoar assim os excedentes dos seus armazéns, e condicionar a nossa escolha aos alimentos que lhes convem vender...
Tentei verificar na net se existiam registos de contribuições destes supermercados para esta Campanha, não consegui confirmar.
Em forma de contestação, nada do que comprei era da marca da casa. Só não fico mais revoltado porque em ultima análise, quanto mais venderem, mais recebem aqueles que necessitam realmente.
Monday, November 20, 2006
Saturday, November 18, 2006
O(s) sentido(s) da Vida
Não consigo imaginar a minha vida sem música. Como é que é possível que apenas 12 notas (meios tons incluídos) se combinem de formas tão diversas (às vezes nem por isso), que seria possível ouvir musica ininterruptamente o resto da minha vida, sem repetir nenhuma, e só com aquelas que estão a ser feitas a partir deste momento?
A forma como se conjugam fazem-me vibrar, emocionar, irritar, entristecer, arrepiar, elevar, recordar, sonhar... emoções que tornam sublime uma simples experiência auditiva.
Os olhos que saboreiam, o paladar que sente, o olfacto que vê, a pele que ouve, o ouvido que cheira. Os nossos sentidos são prodigiosos patrocínios da nossa experiência de vida. Mesmo quando um deles falha, os restantes ocupam o seu lugar, tornando mínima a parte que perdemos dessa experiência, e em certo aspecto, focando-a, tornando-a mais apurada e rica.
Que pena não podermos alargar o nosso arco-íris, vendo para alem dos ultra- violetas e infra-vermelhos. Mas é aqui que constamos que eles (os sentidos) fecham o círculo da percepção.
Podemos não ver os infra-vermelhos, mas sem dúvida que os sentimos na pele quando irradiam duma acolhedora lareira. Da mesma forma, é mais fácil sentir um som de baixa frequência (como o que sai de um subwoofer) que ouvi-lo. É assim que os elefantes – animais extraordinários - comunicam a longas distâncias.
No centro desse circulo, aquele que posso considerar o nosso melhor “afrodisíaco” – o cérebro. É lá que convergem todos eles, num passa-a-palavra químico de Sódio e Potássio.
No fundo, somos um complicado formigueiro atómico, mais ou menos perfeito, cuja razão de existir talvez nunca venhamos a saber. Magníficos sensores que fazem parte de um sistema cósmico que a gigantesca diferença de escala nos impede de perceber.
“O perfume” já estreou nas salas de cinema. Dos livros que li, foi o que mais me fez resistir ao sono, e ao mesmo tempo era o meu despertador. Conta a história de Jean-Baptiste Grenouille, que sentia o mundo com o olfacto, mas ele próprio não tinha cheiro, não conseguindo por isso gerar qualquer afectividade nas pessoas. Mesmo em bébé, foi por diversas vezes abandonado.
Delicioso e original – o livro - para mim, que no passado já terminei uma relação tambem porque as feromonas não resultavam.
Faz sentido.
A forma como se conjugam fazem-me vibrar, emocionar, irritar, entristecer, arrepiar, elevar, recordar, sonhar... emoções que tornam sublime uma simples experiência auditiva.
Os olhos que saboreiam, o paladar que sente, o olfacto que vê, a pele que ouve, o ouvido que cheira. Os nossos sentidos são prodigiosos patrocínios da nossa experiência de vida. Mesmo quando um deles falha, os restantes ocupam o seu lugar, tornando mínima a parte que perdemos dessa experiência, e em certo aspecto, focando-a, tornando-a mais apurada e rica.
Que pena não podermos alargar o nosso arco-íris, vendo para alem dos ultra- violetas e infra-vermelhos. Mas é aqui que constamos que eles (os sentidos) fecham o círculo da percepção.
Podemos não ver os infra-vermelhos, mas sem dúvida que os sentimos na pele quando irradiam duma acolhedora lareira. Da mesma forma, é mais fácil sentir um som de baixa frequência (como o que sai de um subwoofer) que ouvi-lo. É assim que os elefantes – animais extraordinários - comunicam a longas distâncias.
No centro desse circulo, aquele que posso considerar o nosso melhor “afrodisíaco” – o cérebro. É lá que convergem todos eles, num passa-a-palavra químico de Sódio e Potássio.
No fundo, somos um complicado formigueiro atómico, mais ou menos perfeito, cuja razão de existir talvez nunca venhamos a saber. Magníficos sensores que fazem parte de um sistema cósmico que a gigantesca diferença de escala nos impede de perceber.
“O perfume” já estreou nas salas de cinema. Dos livros que li, foi o que mais me fez resistir ao sono, e ao mesmo tempo era o meu despertador. Conta a história de Jean-Baptiste Grenouille, que sentia o mundo com o olfacto, mas ele próprio não tinha cheiro, não conseguindo por isso gerar qualquer afectividade nas pessoas. Mesmo em bébé, foi por diversas vezes abandonado.
Delicioso e original – o livro - para mim, que no passado já terminei uma relação tambem porque as feromonas não resultavam.
Faz sentido.
Tuesday, November 14, 2006
BabyBlog
Olá!
Nasceu o meu blog. Bom, na verdade espero que seja nosso. Meu e de quantos o visitarem e quiserem deixar a sua marca. Seria bom que, ao cortar-lhe o cordão umbilical, ele ganhasse alguma vida própria.
É aqui que, com uma regularidade que não consigo prever, vou partilhar coisas, minhas ou do mundo, com amigos ou desconhecidos.
Será natural que nos primeiros tempos mude visualmente, pois ainda tenho muito a aprender.
Para já, posso dizer que o que me motivou foi a visita recente a blogs de amigos. Obrigado http://oblogdoadolfo.blogspot.com/, http://unresignedspot.blogspot.com/ e http://www.sunshinescolumn.blogspot.com/. Vou certamente requisitar a vossa ajuda...
Bem vindos!
Nasceu o meu blog. Bom, na verdade espero que seja nosso. Meu e de quantos o visitarem e quiserem deixar a sua marca. Seria bom que, ao cortar-lhe o cordão umbilical, ele ganhasse alguma vida própria.
É aqui que, com uma regularidade que não consigo prever, vou partilhar coisas, minhas ou do mundo, com amigos ou desconhecidos.
Será natural que nos primeiros tempos mude visualmente, pois ainda tenho muito a aprender.
Para já, posso dizer que o que me motivou foi a visita recente a blogs de amigos. Obrigado http://oblogdoadolfo.blogspot.com/, http://unresignedspot.blogspot.com/ e http://www.sunshinescolumn.blogspot.com/. Vou certamente requisitar a vossa ajuda...
Bem vindos!
Subscribe to:
Posts (Atom)


